quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O motor.
Se você acha que está no controle... Não tenha dúvidas.
Quando alguém dirige um carro, está no controle.
Do carro. Mas não da estrada.
A estrada tem forma própria e não depende de você.
A viagem, sim, depende de como você pilota.
E de certa forma, nunca se passa pela mesma estrada da mesma forma.
É preciso agir a cada nova bifurcação ou obstáculo.
Muitas vezes não se tem nem a mínima idéia de como continuará a viagem depois daquela curva fechada que se está vendo logo a frente.
Mas parar não é uma boa idéia.
A vontade de seguir precisa ser mais forte.
A curiosidade em descobrir precisa ser mais forte.
A essência do gostar, do amar, não está em possuir, apreender, prender.
É buscar, proporcionar e permitir o crescimento e felicidade de quem se gosta.
É um caminho de mão-dupla, que possui vários traçados diferentes.
Resta decidir seguir ou não.
Eu não paro. E você?
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A turma.
Medicina Veterinária 2010.2 – UFERSA
Aula da Saudade
Discurso de Abertura
Nesta aula não quisemos chegar atrasados nem pediremos aos professores para sair mais cedo. Não estamos somente de corpo-presente, nem obcecados por absorver a maior quantidade de conhecimento que pudermos. Hoje queremos acima de tudo sentir. Sentir a presença, o carinho, o companheirismo. Sentir da maneira mais intensa tudo isto que nos acompanhou durante toda essa trajetória, para enfim sentirmos saudades. Ah... Aula da Saudade. Só nós sabemos o quanto iremos sentir.
Não podemos negar que sentiremos mais saudades das menores coisas. Os telefonemas de última hora para descobrir onde realmente seria a aula, não é Laris? As companhias nos momentos de preguiça, quando deixávamos as obrigações pra última hora, não é Adriene? Os muitos centavos emprestados pra cada lado. E as horas e horas de estudo, madrugadas adentro nos laboratórios, Rociene? Os estresses de Patrícia, as teimosias de Wanessa, as graças de Ederson, as impertinências de Rachiel. E os cadernos de Clarissa? Nos salvaram muitas vezes! É disso que sentiremos mais falta. De ter companhia pra estudo e farra, choro e alegria, pra o que der e vier, a qualquer hora, em qualquer lugar.
Depois desta aula não teremos mais dever de casa. Mas pensando melhor, talvez tenhamos o maior dever de casa que já recebemos em toda nossa vida. Não teremos mais os professores para corrigir e dar notas aos nossos afazeres. Não teremos mais os colegas para comparar os trabalhos antes de terminar e, por que não, dar aquela pescadinha. Aqui marcamos o momento em que vamos sair da aula e entrar na vida real. Será duro sem todos vocês, mas também aprendemos a nos virar sozinhos. E queremos matar de orgulho vocês professores, e vocês amigos.
A saudade sempre vai doer. Mas ela nos fará perceber o quanto foi bom. O quanto fomos felizes e o quanto devemos a todos. Essa é nossa última aula, mas isso não nos fará deixar de ser uma turma, uma família, pois isso, ah... isso nunca deixaremos de ser.
domingo, 11 de setembro de 2011
Hoje em dia.
É só olhar ao seu redor.
Ou você realmente nunca sentiu receio de passar sozinho numa rua?
Ou você nunca desconfiou de uma pessoa que se oferece a ajudar?
Ou você nunca se viu pensando que ninguém pode ser tão bom quanto aquela pessoa aparenta ser?
Aquilo tudo é só fachada. Né?
Por isso penso ser a pior crise.
As pessoas não acreditam mais.
Não acreditam mais em outras pessoas.
Não acreditam mais em si mesmas.
Não acreditam mais na caridade, no carinho e cuidado gratuitos.
Enfim, as pessoas não acreditam mais no amor.
E como numa cascata de causas e consequências,
elas não sabem mais amar,
pois acreditam (é, nisso elas acreditam)
que vão ser carregadas pra uma armadilha a qualquer momento.
E com isso acreditam piamente que não existe "aquele lance" de amor verdadeiro.
Vou obrigar minha mãe a falar a verdade sobre de onde eu vim.
Ou eu não sou daqui, ou não sou desse século, ou desse planeta... Não sei.
Eu gosto de acreditar.
De botar fé, sabe...
E você agora tá dizendo que eu sou ingênuo e isto é utopia.
Eu não esperava o contrário.
Acredito no bem, no amor e na boa intenção das pessoas.
Queria que todos acreditassem...
Pois esse seria o primeiro passo pra que tudo isso exista de verdade.
Pra o amor existir, ele precisa existir antes dentro de você.
ACREDITE.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Aprenderemos.
A tocar.
A cheirar.
A ver.
A ouvir.
A rir.
A falar.
A chorar.
Aprenderei.
A acompanhar.
A confiar.
A ajudar.
A levantar.
A animar.
A dividir.
A segurar.
Aprenderei.
A sentir.
A amar.
A viver enfim.
Não especificamente nesta mesma ordem.
Somos capazes de sempre mais.
E nunca haverá um ponto final.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A Felicidade no meio do caminho.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Passa-Tempo
São manhãs, tardes e noites...
São almoços e jantares...
São passeios, festas, filmes, compras...
São estudos, trabalhos, pesquisas, obrigações...
Jantares e almoços.
Noites, tardes e manhãs.
Semanas, dias, horas, minutos e segundos.
Mas se pode esperar, aguardar, guardar.
Na verdade isto tudo não é nada.
Será.
Quando você voltar.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Saudades.
E ela dói. Não, não é a febre que tenho agora que me dá essa dor.
É uma dor diferente. Dessas que não passa nem com opióides.
E, de fato, ela nem é tão ruim assim.
Existe um motivo pra existência da dor. E é só um: ela é absolutamente necessária.
Sem dor você pisaria num prego e continuaria andando feliz e saltitante.
Sem dor você nunca perceberia que há algo errado.
Por isso a saudade dói. Tem algo errado nela. A distância, a ausência, a separação.
Mas parece haver uma capacidade que nos faz gostar dessa dorzinha.
A saudade faz com que nos sintamos vivos.
Traz o melhor a mente, e nos dá esperanças.
Percebemos o quanto nos faz bem estar junto.
E é muito bom saber que ela vai passar, uma hora ou outra.
Essa é a graça da saudade. A ansiedade, a espera, a alegria enfim. E poder guardá-la num cantinho no reencontro.
Não matá-la, não, não. Matar a saudade, de verdade, significa a destruição do próprio sentimento que a gerou.
Deixar a saudade ali, quietinha, descansando, torna o reencontro mais bonito, feliz e intenso!
Com saudades e não sem dor, vou esperar cada segundo.
Não tenho dúvida que valerá a pena.
Chegue saudade, se aninhe aqui no meu peito, e me cuide.
Meu amor volta já.
domingo, 23 de janeiro de 2011
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Nascimento
Aquele lance de amor a primeira vista... Nunca acreditei de verdade.
Continuo não acreditando.
Tá, vamos pensar um pouco. (telecurso, telecurso, telecurso... =D)
Você vê a pessoa, e brá! Se apaixona. Aí você beija ela.
E o beijo não é nada do que você esperava.
Na verdade, não é nada que te agrade.
Falando sério, foi uma porcaria.
E aí?
Cadê o amorzão agora? =D
Então, desmontei a lenda né? Rá.
Se fosse tão simples... Mas nem é.
Não sou eu quem vai conseguir explicar.
Posso tentar, afinal todo mundo tenta (Mas só o Brasil é Penta! Tá, parou a brincadeira ¬¬)
Então nas minhas longas análises madrugalísticas sobre o comportamento de nós homens neandertais... Cheguei a conclusão de que pra se sentir, um sentimento, verdadeiro, é preciso antes de tudo querer. É, querer mesmo. Ter vontade.
Quem não quer, não começa a gostar.
Aí você vai. Conhece. Se interessa. Beija (Dessa vez, vamos supor, o beijo foi satisfatório. Aê!).
Gosta. E quer gostar.
O que se desenrola a partir daí vai depender de um bilhão, seiscentas e quarenta e nove milhões e trezentas mil possibilidades.
Se a personalidade dela te convence e o que ela faz é pra te conquistar... Meu amigo...
Ce tá perdido.
Você quis gostar.
Agora aguenta. Pq o controle da situação, que você achava que tinha (hein espertão? HAHÁ), já foi pro espaço!
Agora, você pensa nela a todo momento.
E o querer continuar gostando só faz aumentar.
E lembrar do cheiro dela te deixa com mais saudade.
E de repente você se vê envolto em um sentimento, que você quis, mas que agora não é mais questão de vontade.
Ele está em você. Faz parte do seu pensamento.
E ela entra na sua vida e faz parte dela (Ela sim é esperta).
E você já não sabe separar o momento em que isso tudo se concretizou.
Pq simplesmente não houve UM momento.
Foram todos.
Todos aqueles vários momentos em que ela olhou bem nos seus olhos, e que só com o olhar ela te chamou de príncipe (soou clichê né?) e você simplesmente se desmontou por dentro.
Todos aqueles momentos em que ela simplesmente se aninhou no seu abraço, de forma que parece que ela foi feita pra encaixar bem ali.
Então.
É assim.
Assim que surge um sentimento.
Puro, simples, verdadeiro e forte.
Um sentimento que Deus abençoa. (Valeu Deus, você é o Cara!)
Sabe como eu descobri?
EU QUIS.
domingo, 19 de setembro de 2010
Ambiguidade.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
CINCO.
Anos... Não são dias. Ao fechamento serão cinco.
Da minha vida isso representa praticamente um quarto.
Da parte em que eu sou realmente consciente dos meus atos,
é nada menos que metade.
Com vocês. Todos os dias.
Brincando, dividindo, somando, vivendo, aprendendo.
Me ajudando, me repreendendo, me compreendendo.
Me mudando, sem dúvida.
Simplesmente não me reconheceria. E isso é o que mais agradeço.
Não suportaria ser ainda como antes.
Não sei ainda como será. Difícil com certeza. Mas o que não é?
Superamos tantas dificuldades juntos, não foi?
Momentos nos quais eu quase desisti.
Mas com vocês e por vocês... e por mim, continuei.
Aprendemos tanto quanto podíamos,
mas não só o necessário a nossa profissão, nosso futuro trabalho.
Aprendemos acima de tudo a amar, a aceitar, a ver no outro o melhor,
a superar as diferenças e unirmo-nos, sem nenhuma obrigatoriedade.
E agora neste final,
que não pretende de forma alguma sê-lo realmente,
nos vemos na estranha situação pela qual todos passam,
mas que nunca, nunca se torna comum.
Seguiremos. É inevitável.
Mas na certeza que os laços verdadeiros que aqui se formaram nunca se desfarão.
Agradecemos a vida e ao acaso por terem nos juntado nessa trajetória.
A vida está diante de nós.
Mas preciso antes que saibam.
Pelos verdadeiros momentos, por tudo.
Por terem me permitido lhes descobrir, mesmo que aos poucos.
Obrigado meus amigos. Mas muito obrigado mesmo! Eu amo vocês.
É agora. Então... Vamos lá!
domingo, 16 de maio de 2010
Continua...
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Ensaio sobre o relacionamento
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Perseverar
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Alguém me ensina a andar?
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Vírgula
"As vezes temos que esperar o momento certo. Mesmo que não pareça o certo."
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Agora é sua vez.
E ficar totalmente exposto.
O quanto é difícil depender de decisões alheias.
E ainda mais depender voluntariamente.
O quanto é difícil assumir que se está disposto.
E ficar absolutamente nas mãos do outro.
Se alguém pensa que é uma posição confortável... Ledo engano.
Alguém pode entender como um erro.
Falta de determinação.
Acomodação.
Medo de agir, de decidir.
Medo de assumir responsabilidades.
Eu penso diferente.
Poucas atitudes são mais difíceis que essa.
É preciso antes de tudo coragem.
Coragem para enfrentar o que estiver por vir.
Qualquer coisa.
Paciência...
Paciência para aguardar o tempo necessário.
Quem sabe o quanto?
Confiança. É. Confiança.
Ou você se deixa nas mãos de pessoas em quem não confia?
É preciso que se confie absolutamente.
E vontade?
Ah... a vontade é indispensável.
Ninguém se abandona assim, sem querer.
Quero dizer também que eu já tive, e tenho coragem.
E você?
sábado, 24 de outubro de 2009
Como colocar as coisas pra funcionar. MANUAL DE BOLSO.
Não estranho se você tiver percebido que isso ocorre de forma até mais frequente que o normal.
Eu também tenho percebido isso.
Custo a imaginar o motivo concreto desse fato.
Talvez seja só coincidência.
Será?
Suspeito.
Não é?
Talvez seja devido ao relaxamento natural que nos ocorre no momento em que estamos certos de alcançar o objetivo.
Qualquer momento favorável nos leva a uma auto-confiança.
Ou mesmo confiança excessiva.
Ou descuido.
Ou...
Já citei alguns motivos que, agora percebi, acabam sendo, em essência, a mesma coisa.
Tantas tentativas de explicar o porquê das coisas darem errado, justamente no momento em que mais queremos que dêem certo, com que utilidade?
Não percebemos que na maioria das vezes a culpa é absolutamente nossa.
Exceto em fatos inevitáveis nos quais não podemos interferir.
O que me resta é me policiar, de forma natural.
Agir com boa vontade.
Honestamente.
Manter o caráter.
A responsabilidade.
A disponibilidade.
A caridade.
Não somente nos momentos em que tudo isso me for útil.
Mas sim, principalmente, nas vezes em que minha ação seja útil para outro.
Assim aquilo que eu acho que está dando certo, simplesmente, já estará acertado.
Tudo flui de maneira mais eficiente.
É uma teoria? Aplico a partir de hoje na prática.
Espero obter os melhores frutos.
O que quero só depende exclusivamente de mim.
Então?
Ação!
