sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Felicidade no meio do caminho.

Cada vez mais, me convenço que ser feliz é uma questão de opção.
Sério, não é brincadeira.
A todo momento lidamos com escolhas.
Meu brinquedo caiu... Eu posso pegar ele do chão, consertar e continuar.
Ou posso reclamar que existe a gravidade. Poxa vida, gravidade. Dá um tempo né?
É questão, ou não, de escolha?
Você pode acordar e escolher ficar de mau-humor.
Ou pode dizer: Quer saber? Vou estampar um sorriso no rosto!
Pode ter certeza que o teu sorriso vai alegrar tanto quem está perto de você,
que você mesmo também ficará feliz.
Causa e consequência.
Erro e acerto.
Assim você decide se quer ser vítima ou se quer agir, sentir, viver!

A opção é sua. Quer dizer, é nossa.
Bora felicidade? Me acompanhe aqui...
Vamo junto, pela sombra.


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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Passa-Tempo

São segundos, minutos, horas, dias e semanas...
São manhãs, tardes e noites...
São almoços e jantares...
São passeios, festas, filmes, compras...
São estudos, trabalhos, pesquisas, obrigações...
Jantares e almoços.
Noites, tardes e manhãs.
Semanas, dias, horas, minutos e segundos.
Mas se pode esperar, aguardar, guardar.
Na verdade isto tudo não é nada.
Será.

Quando você voltar.

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Saudades.

Sentado no meu quarto, de repente, percebo que estou repleto de saudade.
E ela dói. Não, não é a febre que tenho agora que me dá essa dor.
É uma dor diferente. Dessas que não passa nem com opióides.
E, de fato, ela nem é tão ruim assim.
Existe um motivo pra existência da dor. E é só um: ela é absolutamente necessária.
Sem dor você pisaria num prego e continuaria andando feliz e saltitante.
Sem dor você nunca perceberia que há algo errado.
Por isso a saudade dói. Tem algo errado nela. A distância, a ausência, a separação.
Mas parece haver uma capacidade que nos faz gostar dessa dorzinha.
A saudade faz com que nos sintamos vivos.
Traz o melhor a mente, e nos dá esperanças.
Percebemos o quanto nos faz bem estar junto.
E é muito bom saber que ela vai passar, uma hora ou outra.
Essa é a graça da saudade. A ansiedade, a espera, a alegria enfim. E poder guardá-la num cantinho no reencontro.
Não matá-la, não, não. Matar a saudade, de verdade, significa a destruição do próprio sentimento que a gerou.
Deixar a saudade ali, quietinha, descansando, torna o reencontro mais bonito, feliz e intenso!
Com saudades e não sem dor, vou esperar cada segundo.
Não tenho dúvida que valerá a pena.
Chegue saudade, se aninhe aqui no meu peito, e me cuide.
Meu amor volta já.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Nascimento

Sempre quis saber como os sentimentos surgem.
Aquele lance de amor a primeira vista... Nunca acreditei de verdade.
Continuo não acreditando.
Tá, vamos pensar um pouco. (telecurso, telecurso, telecurso... =D)
Você vê a pessoa, e brá! Se apaixona. Aí você beija ela.
E o beijo não é nada do que você esperava.
Na verdade, não é nada que te agrade.
Falando sério, foi uma porcaria.
E aí?
Cadê o amorzão agora? =D
Então, desmontei a lenda né? Rá.
Se fosse tão simples... Mas nem é.
Não sou eu quem vai conseguir explicar.
Posso tentar, afinal todo mundo tenta (Mas só o Brasil é Penta! Tá, parou a brincadeira ¬¬)
Então nas minhas longas análises madrugalísticas sobre o comportamento de nós homens neandertais... Cheguei a conclusão de que pra se sentir, um sentimento, verdadeiro, é preciso antes de tudo querer. É, querer mesmo. Ter vontade.
Quem não quer, não começa a gostar.
Aí você vai. Conhece. Se interessa. Beija (Dessa vez, vamos supor, o beijo foi satisfatório. Aê!).
Gosta. E quer gostar.
O que se desenrola a partir daí vai depender de um bilhão, seiscentas e quarenta e nove milhões e trezentas mil possibilidades.
Se a personalidade dela te convence e o que ela faz é pra te conquistar... Meu amigo...
Ce tá perdido.
Você quis gostar.
Agora aguenta. Pq o controle da situação, que você achava que tinha (hein espertão? HAHÁ), já foi pro espaço!
Agora, você pensa nela a todo momento.
E o querer continuar gostando só faz aumentar.
E lembrar do cheiro dela te deixa com mais saudade.
E de repente você se vê envolto em um sentimento, que você quis, mas que agora não é mais questão de vontade.
Ele está em você. Faz parte do seu pensamento.
E ela entra na sua vida e faz parte dela (Ela sim é esperta).
E você já não sabe separar o momento em que isso tudo se concretizou.
Pq simplesmente não houve UM momento.
Foram todos.
Todos aqueles vários momentos em que ela olhou bem nos seus olhos, e que só com o olhar ela te chamou de príncipe (soou clichê né?) e você simplesmente se desmontou por dentro.
Todos aqueles momentos em que ela simplesmente se aninhou no seu abraço, de forma que parece que ela foi feita pra encaixar bem ali.
Então.
É assim.
Assim que surge um sentimento.
Puro, simples, verdadeiro e forte.
Um sentimento que Deus abençoa. (Valeu Deus, você é o Cara!)
Sabe como eu descobri?
EU QUIS.

domingo, 19 de setembro de 2010

Ambiguidade.

Sentir.
Sensação?
Sentimento?
Os dois?
Será que pode haver sentimento longe da sensação?
E a sensação sozinha, satisfaz?
É vital ao sentimento, a sensação.
Assim como a sensação pede sentimento para ter significado.
O contato acorda, alerta, dá vida e força.
Força para superar até mesmo um "des-contato" temporário.
É preciso que se sinta.
E é indispensável que se pretenda sentir das duas formas.
Não importa, realmente, qual venha primeiro.
As duas se trazem.
Afinal, não é à toa que são possibilidades de um mesmo verbo.
Igualmente prazerosas.
Mas, também igualmente perigosas.
Vai dizer que você nunca se arriscou?
Ah... Eu sinto.
Isso mesmo.
Você também deveria.
Sinta!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

CINCO.


Anos... Não são dias. Ao fechamento serão cinco.

Da minha vida isso representa praticamente um quarto.

Da parte em que eu sou realmente consciente dos meus atos,

é nada menos que metade.

Com vocês. Todos os dias.

Brincando, dividindo, somando, vivendo, aprendendo.

Me ajudando, me repreendendo, me compreendendo.

Me mudando, sem dúvida.

Simplesmente não me reconheceria. E isso é o que mais agradeço.

Não suportaria ser ainda como antes.

Não sei ainda como será. Difícil com certeza. Mas o que não é?

Superamos tantas dificuldades juntos, não foi?

Momentos nos quais eu quase desisti.

Mas com vocês e por vocês... e por mim, continuei.

Aprendemos tanto quanto podíamos,

mas não só o necessário a nossa profissão, nosso futuro trabalho.

Aprendemos acima de tudo a amar, a aceitar, a ver no outro o melhor,

a superar as diferenças e unirmo-nos, sem nenhuma obrigatoriedade.

E agora neste final,

que não pretende de forma alguma sê-lo realmente,

nos vemos na estranha situação pela qual todos passam,

mas que nunca, nunca se torna comum.

Seguiremos. É inevitável.

Mas na certeza que os laços verdadeiros que aqui se formaram nunca se desfarão.

Agradecemos a vida e ao acaso por terem nos juntado nessa trajetória.

A vida está diante de nós.

Mas preciso antes que saibam.

Pelos verdadeiros momentos, por tudo.

Por terem me permitido lhes descobrir, mesmo que aos poucos.

Obrigado meus amigos. Mas muito obrigado mesmo! Eu amo vocês.

É agora. Então... Vamos lá!

domingo, 16 de maio de 2010

Continua...

Eu tento.
Ando. Mudo.
Vario. Tento de novo.
Mas não consigo.
Assumo. Sempre estou de volta.
E é tão difícil assumir isso...
Mas há algo que me conforta.
Mas o que?
E por qual motivo?
Só você me faz sentir-me como realmente sou.
Só com você estou a vontade para mostrar o que realmente sou.
Você me conhece. As vezes até mais que eu mesmo.
E eu acho que é exatamente isso que me prende.
Assumo.
Sempre estou de volta.
E um dia não precisarei mais voltar por estar já permanentemente?
Quem sabe?

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ensaio sobre o relacionamento

Ah... O quão é grande o coração de quem ama de verdade...
Alguém aí sabe?
Alguém conhece a capacidade que ele tem de se abrir?
De destruir-se em prol do amado?
De reconstruir-se então?
E de Amar...? Ah...
Alguém sabe então como é difícil conviver com um coração como este?
Rebelde, desobediente, belicoso.
Revolta-se com qualquer discórdia.
Alguém aprendeu a controlar?
Precisa-se urgentemente de manuais.
Daqueles. Passo-a-passo.
Alguém tem? Vende? Aluga?
Resta aprender. Aprender a conviver com ele.
Parece que realmente não adianta lutar contra.
Colaboração é a chave do negócio.
Arrancar fora não é cogitado.
Então guarda-se ali.
Amando. De longe.
Ou de perto.
Tanto faz. Afinal o amor não é egoísta.
Isso eu li. E vi.
Então coração sinta-se à vontade.
Estamos em paz, enfim.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Perseverar

De acordo com o dicionário Michaelis da Língua Portuguesa Perseverar significa:
1 Conservar-se firme, constante; persistir num estado de espírito ou num sentimento;
2 Ter perseverança; não mudar de intenção ou orientação;
3 Permanecer, conservar-se;
4 Continuar, durar.

No entanto, a descrição sucinta, não explora toda a particularidade que se apresenta no ato de perseverar.

Perseverar revela antes de tudo uma falha.
Mostra o objetivo fora do alcance.
O erro na tentativa.
A frustração de não se atingir o tento.
Presume-se assim a fraqueza.

Mas tudo isso vê-se em rápido olhar, de forma ainda superficial.
Vejo na perseverança e no seu ato coisa muito mais bela.
E mais ainda difícil.
Doloroso.
Um verdadeiro enfrentamento contra si mesmo.
Corajosamente ignorante. Vai totalmente de encontro a lógica.
E por isso mesmo é tão complicada.
E percebe-se enfim que é necessário ser realmente forte.

É impossível?
Sério?
A palavra impossível existe realmente?
Prefiro encará-la no sentido figurado.
Ou mesmo metaforicamente.
Quando conseguir, irei então saber que valeu a pena cada tentativa.
Cada investida. Cada insistência.

A perseverança devia estar, no dicionário, vizinha a felicidade.
Uma não se apresenta sem a outra.
São mutuamente dependentes.
Persevero, e não só hoje.
A própria palavra já pressupõe o amanhã.
E o depois. E o adiante.

Então, talvez não seja hoje.
Mas quem vai saber?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Alguém me ensina a andar?

Fala sério.
Pq adiar?
Só a indecisão já parece pior que o que se pode esperar tomando alguma atitude.
Eu sei, há medo, receio.
O passado nos prende.
Nos imobiliza.
Mas, a dúvida angustia. Muito mais.
Nunca é melhor ficar parado.
Tem que se dar um passo.
E para isso é necessário um desequilíbrio inicial.
Tão aí os fisioterapeutas que não me deixam mentir.
A frente? Não importa.
Pra trás também serve.
É preciso arriscar-se as vezes.
Eu diria até que com muita frequência.
Nem seu tempo te espera.
Ele passa.
E olha, vou te dizer... Ele passa rápido.
Agarre as oportunidades.
Construa sua vida. Agora.
Tenho percebido que é melhor arrepender-se de ter tentado.
O arrependimento por saber que poderia ter sido diferente, que poderia ter agido, que a escolha era sua é, simplesmente, digamos, excruciante.
Enfrentar seus medos é o mínimo que se precisa para ser realmente feliz.
Não adie o que está encostado ao teu nariz.
E depois, se não der certo?
Você poderá se orgulhar de dizer que tentou.
Poderá aliviar-se ao perceber que fez o possível.
Mas se sua vontade for satisfeita?
Não haverá sensação melhor.
Imagina se você tivesse ficado parado?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vírgula

Essa semana escrevi esta frase. Pequena. Curta. Mesmo eu tendo escrito, hoje lendo-a novamente, é que pude sentir a gama enorme de significados e interpretações que ela pode gerar. Então é isso. E para mim, é digna de um próprio post.

"As vezes temos que esperar o momento certo. Mesmo que não pareça o certo."

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Agora é sua vez.

Quero dizer o quanto é difícil assumir que se gosta de alguém.
E ficar totalmente exposto.
O quanto é difícil depender de decisões alheias.
E ainda mais depender voluntariamente.
O quanto é difícil assumir que se está disposto.
E ficar absolutamente nas mãos do outro.
Se alguém pensa que é uma posição confortável... Ledo engano.
Alguém pode entender como um erro.
Falta de determinação.
Acomodação.
Medo de agir, de decidir.
Medo de assumir responsabilidades.
Eu penso diferente.
Poucas atitudes são mais difíceis que essa.
É preciso antes de tudo coragem.
Coragem para enfrentar o que estiver por vir.
Qualquer coisa.
Paciência...
Paciência para aguardar o tempo necessário.
Quem sabe o quanto?
Confiança. É. Confiança.
Ou você se deixa nas mãos de pessoas em quem não confia?
É preciso que se confie absolutamente.
E vontade?
Ah... a vontade é indispensável.
Ninguém se abandona assim, sem querer.
Quero dizer também que eu já tive, e tenho coragem.
E você?

sábado, 24 de outubro de 2009

Como colocar as coisas pra funcionar. MANUAL DE BOLSO.

As vezes as coisas dão errado exatamente no momento em que você achava que estava tudo dando otimamente certo.
Não estranho se você tiver percebido que isso ocorre de forma até mais frequente que o normal.
Eu também tenho percebido isso.
Custo a imaginar o motivo concreto desse fato.
Talvez seja só coincidência.
Será?
Suspeito.
Não é?
Talvez seja devido ao relaxamento natural que nos ocorre no momento em que estamos certos de alcançar o objetivo.
Qualquer momento favorável nos leva a uma auto-confiança.
Ou mesmo confiança excessiva.
Ou descuido.
Ou...
Já citei alguns motivos que, agora percebi, acabam sendo, em essência, a mesma coisa.
Tantas tentativas de explicar o porquê das coisas darem errado, justamente no momento em que mais queremos que dêem certo, com que utilidade?
Não percebemos que na maioria das vezes a culpa é absolutamente nossa.
Exceto em fatos inevitáveis nos quais não podemos interferir.
O que me resta é me policiar, de forma natural.
Agir com boa vontade.
Honestamente.
Manter o caráter.
A responsabilidade.
A disponibilidade.
A caridade.
Não somente nos momentos em que tudo isso me for útil.
Mas sim, principalmente, nas vezes em que minha ação seja útil para outro.
Assim aquilo que eu acho que está dando certo, simplesmente, já estará acertado.
Tudo flui de maneira mais eficiente.
É uma teoria? Aplico a partir de hoje na prática.
Espero obter os melhores frutos.
O que quero só depende exclusivamente de mim.
Então?
Ação!

domingo, 18 de outubro de 2009

Músicas de adolescente... Parte III

Enfim escureceu

Tudo escurecia e o sol já se punha
Num leve suspiro de tudo lembrei

Dos beijos perdidos, guardados no tempo
Do laço entorpecido que em nossos corpos se fez

Da vida gatuna que é célere e esperta
Que dá artimanhas pra lutar e vencer

Mas esquece depois de na curta derrota
Fazer o vivente conquistar o esquecer

Dos reencontros amigos e aos poucos amados
Que essa reta sina me fez dispersar

Daquele menino quem em minha casa corria
E hoje, até hoje teima em não parar

E o lento escurecer trouxe então a certeza
De que da minha vida eu nada sabia

E que tudo que eu fiz buscando as vitórias
Somente um, O AMOR realmente valia.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Parar...

Queria parar as vezes...
Parar tudo... desconectar.
Sair, ver as coisas pelo lado de fora.
Observar, e assim resolver todos esses enormes problemas.
Problemas que na verdade só são problemas pra mim, no meu constante egoísmo mané, humano.
Se não parar, ao menos, lentificar.
Tornar as coisas mais mornas... Mais duradouras.
Sentir cada segundo do que se quer realmente.
Mas que cada segundo fosse, então, pelo menos uns dez.
Assim recompensaria. E tudo valeria mais.
Pois não só as alegrias seriam mais saboreadas, como também os sofrimentos mais apurados.
A velocidade tira a graça das coisas.
O imediatismo tira a graça das coisas.
Você gosta de surpresas?
Quem não gosta?
Mas se as surpresas não permanecem?
E aí?
Vai ficar dependente de uma coisa que não sabe se vem?
Então na minha constante inconstância vou ficando, assim, na mesma.
Mas querendo sentir um pouco mais, viver um pouco mais, sem pressa.
Gosto de ESTABILIDADE.
Quem não gosta?
Tem gente que diz que não gosta.
Prefere adrenalina!
Ah... Adrenalina!
Mas adrenalina depois de um tempo para de ter efeito.
E aí?
Que é que tu vai ter?
Quero a vida pra mim. Sentir. Viver. Devagar.
Cada coisa a seu tempo.
Mas hoje não.
"Hoje não dá... Vou consertar a minha asa quebrada e descansar."

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Mudança?!

Mudar, mudar, mudar...
A vida toda a gente muda. Verdade?
Deveríamos nos acostumar as mudanças.
Mas o costume vem com a continuidade.
Então como se acostumar se a mudança leva a descontinuidade?
Mesmo assim. Se as mudanças são constantes... então é fato que poderíamos já aguardá-la.
Pq não?
Pense numa coisa em que todo mundo apresenta resistência. O novo. O diferente.
Depois reclamamos da monotonia. Do marasmo. Da rotina.
E quando vem aquela mudança... Droga!
PQ AGORA? EU NÃO TAVA PREPARADO! SEMPRE FOI DESSA FORMA!
Assim, me resguardo o direito de me adaptar a cada situação.
Lógico, quando não há o que se fazer.
Não reclamo.
Não me estresso.
Pra mim tudo é bom demais já.
(Tá bom... nem tudo)
Então, o melhor a se fazer será realmente esperar sempre a mudança?
Assim, deveríamos então nunca nos acostumar com nada?
Nunca confiar em nada?
Nunca nos apegar a nada?
Não na minha opinião.
O prazer da vida está em arriscar-se.
Em dar a mão a palmatória.
Em sofrer pra logo depois poder sorrir.
Ou seja: em mudar!
Que venham as MUDANÇAS!!!

WSPA - Você sabe de onde vem sua comida?

Esse vídeo foi produzido por alunos da Med. Veterinária da UFERSA e está participando de um concurso! Muito bom! Reflitam!

domingo, 11 de outubro de 2009

Músicas de adolescente... Parte II

essa ai eh romantica até o pescoço... o q a paixão num faz...?

Parei

Eu preciso

Só por um instante

E apenas um momento

Pra sentir que eu existo

E estar a sua frente.

Me afogando em seus desejos

Podendo ver seus pensamentos

Tendo em mim a tua mente

E você tendo o meu corpo

Pra ficar sozinho

Mesmo acompanhado

Sentir parar o tempo

Parado do teu lado

Pra lembrar do ontem, hoje

E prever o amanhã

Da tua vida que é minha

Da minha que não é nada

E agora já não faço planos

Já não importo mais

Descobri que os planos falham

Já se foi, deixei atrás.

Músicas de adolescente...

Quando eu tinha uns 15 anos eu já escrevia... olhaí!
hauhauhauhauahua
A Cor

Mesmo com tantas diferenças
Sei que nada mudou
Permanecemos iguais
O mundo velho chegou
Preservamos nossas mesmas atitudes
Agora se chamando juventude
Que adora ver a antiga novidade
A rotina inovadora do normal
Sem perder a beleza pra idade
E fingindo entender o que é real.

O que mudou fomos nós
Nós que amamos a cor
E a voz do que já não há.

Mesmo com tantas diferenças
Sei que nada mudou
Permanecemos iguais
Acreditamos no amor
Pregamos ideologias absurdas
Coisas que nem nós mesmos assumimos
Pra poder viver a vida normalmente
E entrar em mais um bloco social
Sem perder a certeza da verdade
E fingindo encontrar o ideal.